sexta-feira, 1 de maio de 2009
Comunicação
•Tornar comum
•Contar algo que alguém ainda não saiba.
•Contar algo que tenha valor para alguém.
•De preferência, algo que mude a vida das pessoas.
Comunicação Empresarial
•Conjunto de métodos e técnicas de Comunicação adotado pela empresa e dirigida ao público interno (funcionários) e ao público externo (consumidores, fornecedores, parceiros, comunidade, etc.)
•Conjunto de métodos e técnicas de Comunicação adotado pela empresa e dirigida ao público interno (funcionários) e ao público externo (consumidores, fornecedores, parceiros, comunidade, etc.)
As empresas são veículos de comunicação em si mesmas, emitindo a todo instante sinais positivos ou negativos
Comunicação empresarial não é uma ferramenta meramente tática, mas uma ferramenta estratégica aplicada de forma permanente
As mulheres e o mercado de trabalho

As desigualdades vividas no cotidiano da sociedade, no que se refere às relações de gênero, não se definiram a partir do econômico, mas, especialmente a partir do cultural e do social, formando daí as "representações sociais" sobre as funções da mulher e do homem dentro dos variados espaços de convivência, ou seja: na família, na escola, na igreja, na prática desportiva, nos movimentos sociais, enfim, na vida em sociedade.
Nos últimos cinqüenta anos um dos fatos mais marcantes ocorridos na sociedade brasileira foi a inserção crescente das mulheres na força de trabalho. Este contínuo crescimento da participação feminina é explicado por uma combinação de fatores econômicos e culturais. Primeiro, o avanço da industrialização transformou a estrutura produtiva, a continuidade do processo de urbanização e a queda das taxas de fecundidade, proporcionando um aumento das possibilidades das mulheres encontrarem postos de trabalho na sociedade. Segundo, a rebelião feminina do final dos anos 60, nos Estados Unidos e Europa, chegou como uma onda nas nossas terras, em plenos anos de chumbo; apesar disso, produziu o ressurgimento do movimento feminista nacional fazendo crescer a visibilidade política das mulheres na sociedade brasileira(Melo, mimeo/2003).
A população brasileira, segundo dados do IBGE/CENSO 2000, é de 169.799.170 milhões de habitantes, com participação de 51,31% de mulheres. Não há dúvida de que há uma estreita relação entre o trabalho e a educação no processo de desenvolvimento dos grupos e da sociedade como um todo. Segundo dados do IBGE/2000, a PEA brasileira, em 2001, tinha uma média de escolaridade de 6,1 anos, sendo que a escolaridade média das mulheres ocupadas era de 7,3 anos e a dos homens de 6,3 anos.
Uma conclusão corrente é a de que o cidadão ou a cidadã com maior nível de escolaridade tem mais oportunidade de incluir-se no mercado de trabalho. Como afirma Lena Lavinas, em estudo recente, além da inclusão no mercado, constata-se uma significativa melhora entre as diferenças salariais. Entretanto, mesmo com o expressivo crescimento da mulher no mercado de trabalho, como já foi colocado, ainda não foram superados os obstáculos de acesso a cargos de chefia e diferenças salariais; estes, embora tenham diminuído desde os anos 90, ainda permanecem e significam que as mulheres aceitaram postos de trabalhos miseráveis para sobreviver com sua família, já que as taxas de desemprego feminino são significativamente maiores do que as da população masculina. As trabalhadoras brasileiras concentram-se nas atividades do setor de serviços; 80% delas são professoras, comerciárias, cabeleireiras, manicures, funcionárias públicas ou trabalham em serviços de saúde, mas o contingente feminino mais importante está concentrado no serviço doméstico remunerado, primeira ocupação das mulheres brasileiras. São negras cerca de 56% das domésticas e usufruem ainda os menores rendimentos da sociedade (Melo, 1998).
O desemprego tem atingido mais fortemente as mulheres, conforme dados da OIT (com base nos microdados da PNAD 2001). Hoje, o desemprego está em uma taxa de 11,7%, 31% superior a dos homens (7,4%). No que se refere às mulheres negras (13,8%), o percentual é 86% superior a dos homens brancos (6,5%). Grande aumento nessa diferenciação se deu entre 1992 e 2001. Preocupante é a taxa de desemprego juvenil, destacando-se os negros e as mulheres: jovens brancos têm taxas de 13,6%, jovens negras de 25% e jovens brancas 20%.
A presença das mulheres no trabalho precário e informal é de 61%, sendo 13% superior à presença dos homens (54,0%). A mulher negra tem uma taxa 71% superior a dos homens brancos e destas 23% são empregadas domésticas.Necessariamente, a análise da situação da presença feminina no mundo do trabalho passa por uma revisão das funções sociais da mulher, pela crítica ao entendimento convencional do que seja o trabalho e as formas de mensuração deste, que é efetivada no mercado.
O trabalho não remunerado da mulher, especialmente aqueles realizados no âmbito familiar, não são contabilizados por nosso sistema estatístico e não possuem valorização social - nem pelas próprias mulheres - embora contribuam significativamente com a renda familiar e venham crescendo, englobando inclusive atividades exercidas para grandes empresas. O que vem sendo concluído com os estudos sobre a mulher é que ocorre evidentemente uma dificuldade em separar casa-fábrica ou vida pública-privada, mesmo em se tratando da participação no mercado de trabalho, na população economicamente ativa.
Doaré analisa uma das conseqüências da internacionalização do processo de produção e formas de sua realização, ressaltando a gestão da mão-de-obra barata, mecanismo que envolve a maior parte da força de trabalho feminina, com dados de 1975 que ainda se mantêm atualizados: "... a subcontratação - uma das formas de deslocamento geográfico industrial - apesar de abranger 725.000 trabalhadores em 39 países (1975), de acordo com Frobel, é menos um fenômeno quantitativamente importante em escala mundial, do que uma expressão particularmente significativa de uma nova exigência do capital, através da exploração da mão-de-obra vulnerável dos países subdesenvolvidos, em condições específicas, e principalmente das mulheres. Com efeito, trata-se menos, nesta circunstância, da exportação de capitais do que da exportação de uma relação social de produção que integra a divisão sexual às novas formas de internacionalização do trabalho." Somente a partir de uns 10 a 15 anos atrás, especialmente desde o período Constituinte, 1987/88, as questões que envolvem as relações de gênero no trabalho e na produção encontraram maior espaço nas pautas importantes de discussão de políticas de emprego, como sindicatos, dos partidos políticos, e outros setores similares.
Há que se reconhecer, neste contexto, que seja por falta de consciência política ou pelo desejo de manter o "status sexual" ? muitos ainda apóiam a "partição" sexual do trabalho, como um procedimento "natural" ? que o panorama continua. Na verdade, é toda uma formação cultural que contribuiu e contribui com esse quadro de ?naturalização" da questão, a fragmentação da sociedade em dois espaços hierarquizados, em função dos sexos, são temas omitidos na maioria das análises sócio-econômicas de nossas sociedades. As contradições da relação homem/mulher são diluídas na aparente neutralidade dos conceitos científicos; outras vezes delimitam artificialmente os campos de análises, como podemos observar mais freqüentemente na educação, na economia, na sociologia do trabalho e na sociologia da educação.
Sejam as operárias de fábricas, as trabalhadoras do comércio ou do campo, e outras, elas convivem com problemas de ordem privada que em muito dificultam seu desempenho como profissional, suas necessidades de qualificação e requalificação, afetando o cotidiano de toda família. No entanto, os homens dificilmente consideram tais problemas também como parte de sua vida. São dificuldades que, embora internas a questões da vida familiar, refletem sobre as condições de exploração da força de trabalho - apresentando-se, de fato, como um problema coletivo, tomando caráter público - como é o caso da não existência de infra-estrutura (creches, restaurantes, lavanderias, etc.), que apoiariam a saída para o trabalho.
Pesquisas sobre a utilização de novas tecnologias indicam que as mulheres estão sendo excluídas dos treinamentos que possibilitam o conhecimento das máquinas e de programação, sendo mantidas nas funções que exigem menos qualificação, como já nos referimos. Salvo esparsas exceções, raramente a mulher consegue penetrar em áreas onde sejam feitos diagnósticos e tomadas decisões técnicas. Sua atuação é sempre restrita à esfera de execução do que já foi decidido. Mesmo hoje, com as mudanças na organização do processo de trabalho, ela ainda não participa do processo decisório. Nas fábricas, ela está na linha de montagem, no comércio, está no balcão, no campo, está na colheita, e assim por diante.
Finalmente, hoje observa-se a possibilidade concreta de uma nova ordem que inclui a relação complementar entre os sexos, a possibilidade de um núcleo familiar democrático e outros componentes de formação da sociedade que venham garantir a efetivação do velho/novo clamor por uma sociedade socialmente justa. Vários são os caminhos construídos pela recente história cultural de nossa sociedade e pela produção teórico-conceitual que explicitam a existência das diferenças, possibilitando maior clareza e uma concepção bem elaborada sobre a questão, de forma que não permitam que seja dada uma continuidade ao processo de desigualdade, gerada a partir das diferenças.
* Zuleide Araújo Teixeira é Subsecretária de Planejamento e Orçamento da Secretaria Especial de Políticas para as mulheres.
terça-feira, 28 de abril de 2009
"Nossa capacidade de comunicação não é medida pela forma como dizemos as coisas, mas pela maneira como somos entendidos."

As barreiras na comunicação não são somente os ruídos que impedem a mensagem de chegar ao receptor. Na realidade existem obstáculos e barreiras mais sutis, escondidos, e que só uma análise mais aprofundada poderá revelar.
Pois as palavras são símbolos e elas por si só não têm significado, somente terão quando as inserirmos em um contexto. A mesma palavra pode ter significados distintos para duas pessoas, ou seja, manga (de camisa ou fruta).
A percepção seletiva é a forma de o receptor ver e ouvir o que lhe interessa, conforme suas necessidades, motivações, experiências e características pessoais. A percepção seletiva nos permite desenvolver a visão e a audição seletivas, fazendo-nos ver e ouvir apenas o que queremos. Essa visão e audição seletivas tendem a criar paradigmas e nos fazem ter medo do novo.
Outro fator que cria barreiras à comunicação são as emoções, pois as atitudes e sentimentos podem ser tão fortes a ponto de diminuir a compreensão do que a outra pessoa está tentando transmitir. Assim como, os intermediários podem passar mensagens distorcidas.
A cultura local também é um fator que influencia na comunicação, devido à linguagem e costumes. Os sinais não-verbais também são barreiras à comunicação quando não são coerentes com a mensagem oral.
Acontece que a comunicação interna, infelizmente para os comunicadores e gestores, não funciona com a mesma lógica do ambiente externo. Pelo contrário, esta esfera da comunicação é muito mais sensível, pois requer estratégias tão complexas quanto são as relações humanas.
As cores

Sensações visuais + significado:
Branco – pureza
Preto – negativo
Cinza – tristeza
Vermelho – calor, dinamismo
Rosa – graça, ternura
Azul – pureza, fé
Sensações Acromáticas
Preto: sujeira, sombra, carvão, fumaça, miséria, pessimismo, melancolia, nobreza, seriedade. É expressivo e angustiante ao mesmo tempo. Alegre quando combinado com outras cores.
Cinza: pó, chuva, neblina, tédio, tristeza, velhice, passado, seriedade. Posição intermediária entre luz e sombra.
Sensações Cromáticas
Laranja: prazer, êxtase, dureza, euforia, outono, aurora, festa, luminosidade, tentação, senso de humor. Flamejar do fogo.
Amarelo: egoísmo, ciúmes, inveja, prazer, conforto, alerta, esperança, flores grandes, verão, limão, calor da luz solar, iluminação, alerta, euforia.
Verde: umidade, frescor, bosque, mar, verão, adolescência, bem-estar, paz, saúde (medicina), esperança, liberdade, paz repousante. Pode desencadear paixões.
Azul: frio, mar, céu, horizonte, feminilidade, espaço, intelectualidade, paz, serenidade, fidelidade, confiança, harmonia, afeto, amizade, amor, viagem, verdade, advertência.
Roxo: fantasia, mistério, egoísmo, espiritualidade, noite, aurora, sonho, igreja, justiça, misticismo, delicadeza, calma.
Marrom: cordialidade, comportamento nobre, pensar, melancolia, terra, lama, outono, doença, desconforto, pesar, vigor.
Púrpura: violência, furto, miséria, engano, calma, dignidade, estima.
Violeta: calma, dignidade, estima, valor, miséria, roubo, afetividade, miséria, calma, violência, agressão, poder sonífero.
Vermelho-alaranjado: sexualidade, agressão, competição, operacionalidade, desejo, excitabilidade, dominação.
sábado, 25 de abril de 2009
"O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas sempre pensa no que diz."


1. IDENTIFICAÇÃO
CURSO: ADMINISTRAÇÃO
DISCIPLINA: TÓPICOS ESPECIAIS DE ADMINISTRAÇÃO I – Comunicação e Negociação Empresarial
PROFESSORA: Ana Maria Oliveira
SEMESTRE / ANO: 1º Semestre 2009
DATA: 02/03/2009
2. EMENTA
Importância da comunicação. Processos de comunicação; a comunicação interpessoal, grupal e organizacional. A comunicação interna e externa. Criação do Portfólio ACADÊMICO E Profissional.Dinâmica da comunicação organizacional. Administração de conflitos; Processo de negociação: habilidades, problemas e técnicas. Fatores psicológicos da negociação. Tópicos especiais de comunicação e negociação. Estudo de casos.
3. JUSTIFICATIVA DA DISCIPLINA
A disciplina apresenta-se como um instrumental necessário à formação do aluno do curso de Administração Geral. É essencial à compreensão dos processos de relações internos e externos das organizações e, também, na formação do futuro administrador, pois não será completo o Administrador (a) que não souber se comunicar e nem negociar.
4. OBJETIVOS
4.1. Geral
Ao final do semestre, o aluno deverá ser capaz de compreender, correlacionar e aplicar os conteúdos ministrados relativos à comunicação e negociação empresarial, de modo a sentir-se motivado a ser pró-ativo nas situações que exijam sua participação efetiva e negocial, dentro e fora da organização.
4.2. Específicos
Capacitar o aluno do curso de administração no conhecimento básico dos temas administrativos relacionados à comunicação empresarial, de modo a permitir o seu desenvolvimento e o emprego dos assuntos deles decorrentes em sua futura profissão.
5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
I – A Importância da Comunicação e da Negociação nas Organizações.
II – Comunicação Empresarial I – Definições e Cenários.
III –Comunicação Empresarial II - Processos de Comunicação.
IV –Negociação I - O que significa negociar.
V – Negociação II – O Processo da negociação.
VI - Tópicos especiais de comunicação empresarial e negociação e Cases.
VII - Elaboração do Portifólio Acadêmico
6. METODOLOGIA
A apresentação dos conteúdos programáticos será feita por meio de aulas expositivas, leituras de textos programados, pesquisas orientadas, com incentivo a discussão em torno dos assuntos econômicos do dia a dia da realidade da comunicação empresarial que estejam sendo veiculados através da mídia e, que tenham correlação com os temas estudados em sala de aula, como também, indicação de leituras, promoção de trabalhos individuais e coletivos, discussões e seminários, além de filmes e atividades simuladas de situações que envolvam a utilização da comunicação e da negociação nas organizações, respectivamente. Confecção e elaboração do Portifólio Acadêmico.
7. RECURSOS DE ENSINO
Sala de aula com quadro negro; projetor multimídia; retro projetor; laboratório de informática; textos específicos fornecidos pelo professor, para a reprodução pelos alunos, pesquisas extra classe e/ou em biblioteca com disponibilidade e compatibilidade de acervo para a pesquisa, como também, leitura e exercícios utilizando revistas de administração e negócios e/ou de comunicação empresarial a serem indicadas, previamente.
8. SISTEMA DE AVALIAÇÃO
8.1. Critérios de Avaliação e Composição das Notas
Critérios:
· Duas provas escritas, trabalhos, seminários e participação.
· Ponderação:
1. Provas - Peso .......................................................70%
2. Trabalhos, Seminários e participação – Peso.........30%
Sistemática do Curso de Administração Geral
· De conformidade com o Regimento Interno, a avaliação do desempenho acadêmico será feita com atribuição de notas de 0 (zero) a 10 (dez).
· O aproveitamento acadêmico dar-se-á por meio de duas notas, denominadas de Primeira e Segunda avaliação (1ª e 2ª avaliação), independente do número de avaliações realizadas em cada disciplina.
· A média aritmética das duas avaliações resultará na média parcial (MP).
· O aluno que obtiver média parcial (MP) maior ou igual a 7,0 (sete), estará aprovado e a média final (MF) será igual à média parcial (MP).
· O aluno que obtiver média parcial (MP) menor que 7,0 (sete), terá que se submeter à avaliação final (AF), neste caso a média final será calculada da seguinte forma:
a) A média parcial será multiplicada pelo peso 0,7 ( zero vírgula sete), somado com a nota da avaliação final (AF) e dividido por dois, o resultado será a média final (MF):
[( MP.0,7) + (AF)] : 2 = MF
b) O aluno que obtiver média final (MF) maior ou igual a 5,0 (cinco) será aprovado.
c) O aluno que obtiver média final (MF) menor que 5,0 (cinco) será reprovado e terá que repetir a disciplina.
Importante: 1. Atribui-se nota 0 (zero) ao aluno que deixar de submeter-se à avaliação prevista na data fixada, bem como, ao que nela utilizar de meio fraudulento.
1.1. O aluno que não comparecer às provas deverá requerer 2ª Chamada na Secretaria da Faculdade JK de Valparaiso, mediante requerimento e pagamento de taxa estabelecida pela Faculdade.
No Curso de Administração Geral a avaliação é contínua e ocorre, simultaneamente, nas atividades práticas e teóricas. Serão observados trabalhos individuais e em grupo, prova escrita, participação, assiduidade e urbanidade.
Os trabalhos em grupo (Seminários) passarão por quatro estágios:
1) Realização conjunta do grupo de alunos;
2) Apresentação conjunta do trabalho (quando todos os componentes do grupo deverão saber o contexto total do assunto sobre o qual trabalharam). Caberá ao professor na hora da apresentação, indicar quem falará sobre o quê. O questionamento será determinado pelo professor a cada componente do grupo, sem prévia determinação do item especificado o que significa que todos deverão saber tudo sobre o assunto proposto ao grupo;
3) Entrega do trabalho escrito: digitado e obedecendo às normas da Metodologia Científica para apresentação de trabalhos acadêmicos, segundo a ABNT e,
4) Defesas individuais (constituindo-se na parte mais importante e fundamental).
Assim, as notas dos trabalhos em grupo poderão ser diferentes, pois o professor perceberá as desigualdades, as variações entre os componentes do grupo, considerando o desempenho coletivo, mas também, o individual, levando o aluno ao aprendizado e dedicação maior.
09. ARTICULAÇÃO COM AS OUTRAS DISCIPLINAS DO CURSO:
A disciplina de Comunicação e Negociação Empresarial articula-se com a Administração Geral na medida em que a empresa, objeto de estudo da Administração, é um dos agentes fundamentais para a criação de valor para a Sociedade, sendo responsável pela produção dos bens e serviços destinados à satisfação das necessidades humanas.
As teorias relacionadas com a comunicação e a negociação no novo ambiente globalizado e competitivo, onde as pessoas assumem o caráter estratégico fundamental para o alcance dos objetivos e metas estratégicas, que são fundamentais para que o futuro administrador e/ou empreendedor possa compreender o meio ambiente organizacional e econômico em que estará inserido e suas relações, capacitando-se desta forma para visualizar melhor as oportunidades e desempenhar sua profissão com mais eficiência.
10. AÇÕES DE NIVELAMENTO
· Palestra do professor sobre a matéria para nivelamento da turma;
· Apresentação de palestrante convidado, especialista em comunicação empresarial;
· Entrevista individual com os alunos que apresentarem dificuldade de aprendizagem, com indicação de literatura específica e complementar sobre conteúdos da disciplina;
· Estudo dirigido com orientação e pesquisas em sites específicos a serem indicados, quando da necessidade;
· Acompanhamento individual, se necessário, para dirimir dúvidas e dificuldades, como também,
· estudos de casos simples e leitura de matérias publicadas em revistas de administração e de negócios, para que se produza o entendimento aplicado à realidade estudada.
·
11. AÇÕES DE RECUPERAÇÃO PARALELA
· Exercícios sobre os pontos considerados mais necessários e indicação de literatura específica.
· Estudo dirigido com acompanhamento on line.
13. BIBLIOGRAFIA
Básica:
· SCHULER, Maria. Comunicação Estratégica. São Paulo: Atlas, 2004.
· MARTINELLI, Dante P. e GHISI, Flávia A. Negociação Aplicações Práticas de uma Abordagem Sistêmica. São Paulo: Saraiva 2009.
· PATTON, Bruce; URY, William L.; FISHER, Roger. Como chegar ao Sim – A Negociação de Acordos sem Concessões. 2ª Ed., Rio de Janeiro: Imago, 2005.
· MELLO, José Carlos. Negociação baseada em Estratégia. 2ª Ed., São Paulo: Atlas, 2005.
Complementar:
· BURBRIDGE, Richard Marc et alii, Gestão de Negociação. São Paulo: Saraiva, 2005.
· MEGGINSON, Leon C. et alli, Administração: Conceitos e Aplicações. São Paulo: Habra, 2005.
· BAZERMAN, M.H. e NEALE M. A. Negociando Racionalmente. São Paulo: Atlas, 1995.
· BERLO, D. K. O Processo da Comunicação. São Paulo. Ed. Martins Fontes, 1991.
· ELTZ, Fábio L. F. Qualidade na Comunicação. Salvador. Ed. Casa da Qualidade, 1994.
· GARCIA, O. M. Comunicação em Prosa Moderna. Rio de Janeiro. Ed. FGV, 1986.
· FREUND, J.C. A Arte da Negociação. São Paulo. Ed. Best Seller, 1992.
· FULLER, G. Estratégias do Negociador. Rio de Janeiro. LTC, 1993.
· PINHEIRO, H. Fernandes. Repensando a Negociação e os Serviços. São Paulo: Ed. Atlas, 1981.
· JULIO, Carlos Alberto. A Magia dos Grandes Negociadores. São Paulo: Negócio Editora, 2005.
· WEIL, Pierre. O Corpo Fala. Petrópolis. Ed. Vozes, 1983.
Revistas e Periódicos de Administração e Negócios.
Sites a serem indicados.
14. PROGRAMAÇÃO DE ATIVIDADES
Curso: Administração
Disciplina: Tópicos Especiais de Administração I: Comunicação e Negociação Empresarial
Professora: Ana Maria Oliveira
Semestre/Ano:
Atividade
Período / Aula
Dia da Semana
1. Introdução e apresentação da Disciplina. Dinâmica introdutória e elaboração do Contrato Pedagógico da Turma.
3/66
Sábado
2. A Importância da Comunicação Institucional: processos, procedimentos, formas, meios e instrumentos. Release de texto complementar.
6/66
Sábado
3. A Importância da Comunicação Institucional: processos, procedimentos, formas, meios e instrumentos. O uso do Manual de Redação Oficial e das Normas Organizacionais estabelecidas pela Empresa. Trabalho individual e de grupo.
9/66
Sábado
4. Elaboração do Portifólio Acadêmico: orientações didáticas para a confecção e seu funcionamento. (Aula no Laboratório)
12/66
Sábado
5. A Comunicação Empresarial: cenários. Exercícios: individual e grupal e texto complementar.
15/66
Sábado
6. A Comunicação empresarial: processos e ferramentas. A Tecnologia da Informação no processo da comunicação institucional. O uso da Internet e da Intranet. Trabalho individual e de grupo.
18/66
Sábado
7. Processo de Comunicação: Filme. Trabalho em grupo e plenária. Texto complementar.
21/66
Sábado
8. Avaliação e Validação da Aprendizagem (A1): Aula no Laboratório de Informática com Apresentação Individual do Portifólio Acadêmico.
24/66
Sábado
9. A Arte de Negociar: processos, procedimentos e relato de experiências. Trabalho individual e de grupo.
27/66
Sábado
10. Aplicação do fluxo de negociação. Tipos comuns que participam do processo de negociação. Filme sobre o Processo de Negociação.
30/66
Sábado
11. A Arte de Negociar: processos, procedimentos e cases. Estudo dirigido e plenário.
33/66
Sábado
12. As relações interpessoais e intrapessoais como instrumentos de facilitação do processo de negociação. Filme e debate.
36/66
Sábado
13. As relações interpessoais e intrapessoais como instrumentos de facilitação do processo de negociação. Filme e trabalho de grupo.
39/66
Sábado
14. Elaboração de Caso sobre Negociação: trabalho de construção em grupo (roteiro e criação). Texto complementar e orientação dirigida.
42/66
Sábado
08/11/08
15. Avaliação e Validação da Aprendizagem (A2).
45/66
Sábado
16. Elaboração de Caso sobre Negociação: trabalho de construção em grupo (roteiro e criação). Texto complementar e orientação dirigida.
48/66
Sábado
17. Negociação: processos e procedimentos – filme
Trabalho em grupo e apresentação.
51/66
Sábado
18. Apresentação de Seminário: grupos.
54/66
Sábado
19. Apresentação de Seminário: grupos.
57/66
Sábado
20. Apresentação de Filme: discussão e debate.
Entrega dos trabalhos e de notas.
Encerramento da Disciplina.
60/66
Sábado
21. Atendimento presencial: Recuperação
63/66
Sábado
22. Atendimento presencial e on line: entrega de notas da recuperação e encerramento do semestre.
66/66
Sábado
Valparaiso de Goiás – GO, 02 de março de 2009.